Minhas peças estão começando a tomar forma...

...um vaso...

...com vocação para ovo de dinossauro,

e uma...

...uma...

bem, uma coisinha assim quadradinha com duas divisões no meio que depois eu decido para que vai servir.
Mas a melhor parte desta semana foi a queima do Raku.
Brincar com fogo é sempre meio mágico... o fogo que transforma, que aquece, que assusta e encanta. Tudo ao mesmo tempo.
A técnica de Cerâmica Raku tem origem no Japão no século XVII (segundo os registos mais antigos).Durante 400 anos o Raku esteve exclusivamente associado ao fabrico das taças de chá, características da cultura Japonesa.
Hoje existem variações da técnica original, com efeitos igualmente belos.
É tudo muito simples e complicado ao mesmo tempo.
Prepara-se o forno...


...que é aquecido com um maçarico.

A peças chegam a 1000 graus. Ficam vermelhinhas dentro do forno.

Neste ponto elas são retiradas (sim, quentinhas mesmo) e colocadas em tambores com serragem e folhas secas. O fogo dança sobre as peças. O tambor é fechado.

Lá descansam um pouquinho...


... e surgem lindas, trazendo a marca do fogo que torna as peças absolutamente encantadoras.



Todas as peças desse post são das alunas talentosíssimas da Magali, que tem guiado por este mundo encantado de argilas e esmaltes.
A queima do Raku é, sem dúvida, uma experiência singular!
Bjsss


































